Vídeo: gato não suporta a convivência com cão que sofre de gases - Pet é pop

Vídeo: gato não suporta a convivência com cão que sofre de gases



Sem querer dar spoiler, o vídeo abaixo é hilário. Nele, um cão se livra estrepitosamente dos gases que povoam seu interior. A intenção pode não ter sido essa, mas o gato da casa deixa muito claro o sofrimento provocado pelo odor da flatulência canina. Veja:

Agora que você parou de rir, vale lembrar que a flatulência canina pode esconder problemas maiores. Veja essas dicas e orientações preparadas pela equipe da InPulse Animal Health, uma empresa catarinense que produz equipamentos para médicos veterinários

 

1 – Comer com pressa

Problema dos cães braquicefálicos: são os mais susceptíveis a ter flatulência em maior quantidade. Os animais com focinho curto engolem bastante ar ao comer, o que aumenta a produção de gases. Dentre eles, podemos citar raças como buldogue, pug, boxer e boston terrier. Eles não estão sós. Cães de qualquer raça ou porte podem sofrer com a flatulência em excesso.
Solução: comer mais vagarosamente. Educar o animal para que ele não coma correndo, evitando assim que engula muito ar, é uma das atitudes necessárias para solucionar o problema.

 

2 – Fermentação intestinal

Problema: os gases em excesso são produzidos no intestino por causa da fermentação dos alimentos. A presença de parasitas também pode interferir no problema.
Solução: fazer exame de fezes para identificar possíveis parasitas. Caso seja positivo, tratar o cão. Sendo ou não positivo, é indicado dividir a alimentação em mais vezes ao dia, para que ele coma poucas porções, e ajudá-lo a comer aos poucos, sem pressa.
É necessário avaliar a ração que o cão está comendo e, caso seja necessário, trocar para uma de melhor qualidade. Isso ajudará na digestibilidade e consequentemente na diminuição da flatulência. Uma boa solução é preferir rações à base de arroz, e não de milho ou soja. É necessário que o tutor evite dar alimentos como legumes, frutas, entre outros.
Suplementos também devem ser cortados, bem como leite e derivados, caso o tutor costume oferecer ao cão.

 

3 – Outras dicas

Assim como os humanos, os animais precisam estar com a saúde em dia e ter uma dieta equilibrada. Cabe ao médico veterinário explicar isso ao tutor e mostrar a importância de dar um alimento apropriado.
Além disso, é interessante lembrá-lo de deixar água fresca para o animal à vontade. Ela é essencial para a hidratação adequada e atua diretamente na formação do bolo fecal, influenciando no trânsito intestinal e, consequentemente, na produção de gases.
Outro ponto a ser abordado é o exercício físico. Um passeio de 30 minutos por dia ajuda na digestão e eliminação de gases.

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