Sem comida, gatos praticam canibalismo em ilha no Rio de Janeiro - Pet é pop

Sem comida, gatos praticam canibalismo em ilha no Rio de Janeiro



Sem comida, gatos praticam canibalismo em ilha no Rio de Janeiro
Imagem de Maria Teneva por Unsplash

A ilha conhecida como “Ilha dos Gatos” está passando por um período sombrio: sem comida, os gatos estão praticando canibalismo para sobreviver.

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Localizada no Rio de Janeiro, a 20 minutos de barco da cidade Mangaratiba, a ilha, conhecida por ser repleta de gatos, atraía muitos turistas, que costumavam levar comida para os felinos.

Por conta da pandemia, o local ficou sem receber pessoas, logo, essa assistência alimentar cessou. Foi quando os pescadores locais perceberam algo muito triste: um grupo de gatos comendo gatos mortos.

Ao longo dos anos, os pescadores jogavam peças indesejadas de peixe para alimentar os gatos. Outras pessoas levavam potes com água fresca e ração e isso ajudou centenas de animais permanecerem vivos.

Alguns dos gatos chegaram lá há pouco tempo e não possuem, como os mais velhos, habilidades selvagens como subir em árvores.

Jorge de Morais, de 58 anos, que trabalha com um grupo local de resgate de animais que sofrem abusos, começou uma ação de doações de comida para alimentar os gatos da ilha. Feitos com canos de plástico, o grupo encheu alguns destes com comida de gato e água e espalharam pela ilha.

Agora, os voluntários fazem viagens semanais para repor os dispensers para impedir que os gatos pratiquem o canibalismo.

É estimado que a ilha tenha mais de 250 gatos e esse número pode ser traçado a um casal que morava na ilha há cerca de 20 anos. Eles se mudaram e não levaram seus gatos, que fizeram o que gatos fazem quando ficam sozinhos: tiveram bebês.

As pessoas também começaram a levar os gatos indesejados da cidade para lá e, com isso, a população cresceu ainda mais. Apesar desta prática ser crime, os oficias procuram maneiras de impedir que aconteça, já que sinais e avisos não parecem estar adiantando.

Os gatos sofrem com problemas nos rins, devido à quantidade limitada de água fresca na ilha, e dividem o local com cobras venenosas. Os voluntários tentam encontrar pessoas para adotar cada um dos gatos e, se não é possível adotá-los, são trazidos de volta para a ilha.

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