Identifique logo o diabetes e salve a vida do seu animal de estimação - Pet é pop

Identifique logo o diabetes e salve a vida do seu animal de estimação

gato obeso - Foto Pixabay



gato obeso - Foto PixabayNesta quinta-feira, dia 14, é celebrado o Dia Mundial do Combate ao Diabetes, doença que também merece atenção no mundo pet. Os cães e gatos, assim como nós, são bastante suscetíveis à doença e esse diagnóstico é muito mais comum do que se imagina.

Entre os principais fatores de risco estão a obesidade, uso excessivo de medicamentos que inibem a ação da insulina como corticosteroides, doenças hormonais como hipertireoidismo e hipotireoidismo e o excesso de gordura no sangue (hiperlipidemia).

O diabetes mellitus nos animais funciona de forma semelhante à dos humanos. O organismo para de produzir insulina ou produz em pouca quantidade a insulina ideal para as necessidades do pet. Sem o hormônio, a glicose não entra nas células e se acumula no sangue.

Assim como para os humanos, a doença não tem cura. Mas a boa notícia é que existem maneiras de garantir uma vida normal para o pet.

cão beagle obeso Wolfgang - Fotos Facebook

“A insulinoterapia – aplicação de insulina, juntamente a um manejo adequado e com engajamento do tutor ao tratamento – permite ao animal ter uma boa qualidade de vida”, afirma Silvana Badra, médica-veterinária e gerente de produtos pet da MSD Saúde Animal.

Por isso, é preciso ficar atento aos sintomas para detectar o quanto antes a doença e ter sucesso no tratamento. Confira as principais perguntas e respostas a respeito do diabetes em animais de estimação.

Como saber se o meu pet é diabético?

Os sintomas mais comuns são excesso de sede, excesso de urina, aumento de apetite e perda de peso, apesar do aumento da ingestão de alimentos. “É importante que o tutor fique atento a esses sinais clínicos. Ao identificar um ou mais sinais, procure o médico-veterinário”, diz Silvana.

Para isso, é preciso prevenir! Não tem segredo: para evitar que o seu animal sofra com essa e outras doenças, é preciso cuidar da saúde dele, o que inclui atenção à medicina preventiva (vacinação, vermifugação, prevenção contra pulgas, carrapatos e insetos), proporcionar uma alimentação saudável, realizar exercícios e só administrar medicamentos sob recomendação do médico-veterinário.

Não tem cura mesmo?

Assim como nos humanos, a diabetes do seu animal não tem cura, mas tem tratamento. Ao perceber algum dos sintomas, procure um veterinário para fazer os exames recomendados.

Assim que a doença for diagnosticada, deve ser acompanhada com tratamentos ao longo da vida do seu pet, alinhado alimentação saudável, exercícios e aplicação de insulina.
Para a médica-veterinária, a escolha da insulina é essencial para obter resultados no tratamento.

“Hoje já existe no mercado uma insulina veterinária com a mesma estrutura química da insulina do cão”, conta. “O recurso, somado ao seu manejo adequado, promove um bom controle e, consequentemente, a longevidade do pet”, completa.

A aplicação de insulina é simples e o próprio dono pode realizar em casa. Na consulta, os médicos-veterinários passam todas as informações necessárias para que a aplicação seja feita da forma correta e para que o manejo do animal seja adequado.

E, assim, ele pode viver saudável e feliz junto com a família.

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