Gatos de rua chegam a 1 milhão em Israel e ameaçam saúde pública - Pet é pop

Gatos de rua chegam a 1 milhão em Israel e ameaçam saúde pública

Gatos de rua chegam a 1 milhão em Israel e ameaçam saúde pública
Gatos de rua chegam a 1 milhão em Israel e ameaçam saúde pública
Gatos de rua chegam a 1 milhão em Israel e ameaçam saúde pública (Foto: Wayne Low/Unsplash)

A população de gatos de rua de Israel atingiu à marca de um milhão. A maioria dos gatos não castrados levou à alta taxa de reprodução dos gatos, que agora representam um perigo para a saúde pública.

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Segundo os dados da Divisão de Bem-Estar Animal do Ministério da Agricultura, cerca de 75% a 90% dos gatos de rua não sobrevivem ao primeiro ano, enquanto a expectativa de vida de um gato de rua adulto é de menos de cinco anos. Já os gatos domésticos vivem em média de 10 a 15 anos.

Cerca de um terço dos gatos de rua em Israel morrem de ferimentos causados ​​por atropelamentos, ataques de cães e doenças. O ministério disse que o número crescente de gatos de rua também está tendo um efeito adverso no tecido ecológico de Israel, com a vida selvagem sendo predada por gatos ou suscetível a doenças transmitidas por eles.

Uma grande porcentagem do público também se queixou de perigos ou incômodos decorrentes da proliferação dos gatos, incluindo questões de saneamento, lixo sendo espalhado e gatos de rua entrando em suas casas. “Em Israel, os gatos de rua são alimentados em uma escala nunca vista em outros lugares do mundo, e há um amplo consenso de que alimentar gatos é uma coisa boa”, disse Liran Plitman, consultora de políticas de bem-estar animal do Ministério da Agricultura.

“Queremos encontrar uma solução, como alimentação arranjada”, afirmou ela. “Na Itália existem alimentadores de gatos que cooperam com as autoridades. Na China, eles criaram uma instalação de alimentação onde apenas gatos de rua podem entrar.”

O Ministério da Agricultura convidou o público a expressar suas opiniões sobre o assunto em uma reunião virtual em 4 de junho com representantes da Divisão de Bem-Estar Animal.

“A participação pública é definitivamente bem-vinda, mas este caso é uma forma particularmente criativa para o ministério não cumprir sua tarefa principal de castrar gatos comunitários”, disse Yael Arkin, chefe da instituição de caridade Let the Animals Live.

De acordo com Arkin, o governo tem orçamento, mas não tem mão de obra para castrar os gatos. “Este é um problema que o ministério pode resolver sem incomodar o público”, acrescentou Arkin.

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