Gatos ajudam crianças autistas a se sentirem confortáveis em ocasiões sociais - Pet é pop

Gatos ajudam crianças autistas a se sentirem confortáveis em ocasiões sociais

Gatos ajudam crianças autistas a se sentirem confortáveis em ocasiões sociais
Gatos ajudam crianças autistas a se sentirem confortáveis em ocasiões sociais
Gatos ajudam crianças autistas a se sentirem confortáveis em ocasiões sociais (Foto: Veronika Homchis/Unsplash)

Um novo estudo revelou que os gatos podem ser a chave para ajudar crianças autistas a se sentirem socialmente confortáveis.

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O estudo, publicado na revista Pediatric Nursing, descobriu que os pacientes com autismo mostraram maior empatia, menos ansiedade de separação e menos problemas comportamentais depois que um gato foi apresentado à família.

Embora existam muitas opções de tratamento para ajudar as crianças autistas a lutarem contra a ansiedade, dificuldades de comunicação e problemas de comportamento, elas permanecem isoladas, o que pode causar estresse para si mesmas e suas famílias.

Gretchen K. Carlisle, principal autora da pesquisa, afirmou que os cães são geralmente usados ​​como animais de companhia, mas sua equipe descobriu que os gatos podem ser uma opção melhor. Isso se deve principalmente ao fato de que os gatos são geralmente muito mais calmos do que os cães por natureza e são mais fáceis de cuidar pela família, incluindo uma criança com autismo.

O estudo foi realizado com informações de 15 crianças com transtorno do espectro autista, entre 6 e 14 anos, e suas famílias. Eles foram divididos aleatoriamente em 2 grupos: um grupo que pegaria um gato de um abrigo imediatamente e o outro, que seria colocado em uma lista de espera de 18 semanas para adotar um gato.

Ambos os grupos foram acompanhados e estudados por 18 semanas, e então o segundo grupo recebeu gatos. Os gatos foram todos selecionados por terem um temperamento “dócil”.

Ao longo do período, os pais responderam a pesquisas e isso mostrou que o vínculo começou quase imediatamente entre a criança e o gato, e só cresceu à medida que o estudo prosseguia. Na sexta semana, eles já demonstravam uma redução no comportamento de bullying, hiperatividade, desatenção e menor ansiedade de separação. Na 12ª semana, as crianças estavam demonstrando mais empatia.

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