Doenças de pele levam 32% dos cães e 21% dos gatos ao veterinário - Pet é pop

Doenças de pele levam 32% dos cães e 21% dos gatos ao veterinário

Banho cão - Foto Pixabay



Banho cão - Foto PixabayDe acordo com dados da pesquisa Radar Vet, realizada pela Comissão de Animais de Companhia (Comac) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos Veterinários (Sindan), 32% das idas de cães ao médico-veterinário, devem-se a doenças dermatológicas. No caso dos felinos, o número cai para 21%.

Em grande parte dessas situações, sinais clínicos de possíveis doenças podem passar despercebidos pelos tutores. Os profissionais de pet shops têm o papel importante de reconhecer e informar os donos sobre problemas comuns, como otites, tumores, ectoparasitas e dermatites.

Além das razões estéticas, os cuidados dermatológicos dos animais também são essenciais para promoção da saúde e do bem-estar e prevenção de doenças.

“A rotina de cuidados preventivos é importante, pois, em caso de qualquer suspeita, o tutor pode procurar um veterinário para dar o correto diagnóstico. Frequentemente, os pets são acometidos por ectoparasitas e alergias que podem provocar intensa coceira”, diz Gabriela Mura, assessora de marketing da Comac.

Banho gato sphynx - Foto PixabayEsse quadro deixa os bichos vulneráveis a infecções secundárias por fungos e bactérias, provocando piora no estado da pele. A rapidez para iniciar o tratamento gera menos desconforto ao animal e preocupação ao dono.

A pesquisa Radar Vet também mostra que, 49% dos animais atendidos em consultórios e pet shops têm pelos longos. Esses animais precisam de atenção redobrada dos seus tutores, com cuidados como a escovação diária dos pelos por exemplo.

É necessário procurar por arranhões, feridas, a presença de ectoparasitas e examinar frequentemente o ouvido dos animais.

Banho caseiro

Os banhos em casa não precisam ser experiências traumáticas, começando pela escolha do local, que dever limpo e seguro.

“Encher uma bacia ou a pia com água morna antes evita que os animais se assustem. Primeiro, o pet precisa ser molhado por completo e com calma para não ficar estressado. Em seguida, deve-se ter cuidado com olhos e orelhas, que precisam estar protegidos do contato com a água e espuma”, diz Juliana Maria Caruso Trigo, analista técnica da Ourofino, empresa integrante da Comac.

Ela acrescenta que os produtos de banho e tosa devem ser sempre de uso veterinário, pois foram formulados para limpar e proteger os animais de forma segura e eficaz.

Confira outras dicas para tornar a hora do banho do seu pet mais relaxante:

Banho cão - Foto Pixabay

– Escove o animal antes do banho. Isso retira pelos mortos, nós e sujeiras da pelagem, facilitando a limpeza

– Pets peludos precisam ser esfregados no sentido em que os pelos crescem, diminuindo a chance da formação de nós

– O condicionador deve ser aplicado no sentido dos pelos e retirado após alguns minutos

– Um pedaço de algodão em cada ouvido ajuda a evitar contato com a umidade, responsável pelo aparecimento da otite

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