Conheça quatro cães que brilharam ao lado de presidentes dos EUA; Trump não tem nenhum - Pet é pop

Conheça quatro cães que brilharam ao lado de presidentes dos EUA; Trump não tem nenhum

Conheça quatro cães que brilharam ao lado de presidentes dos EUA; Trump não tem nenhum
Imagem de John F. Kennedy Presidential Library And Museum: Cecil Stoughton, White House Photographs

O fato do Presidente Trump não ter um cão virou uma questão de voto. Joe Biden, por outro lado, tem dois pastores alemães, que ele adotou após cuidar deles. Outros presidentes dos EUA são conhecidos por seus amiguinhos de quatro patas.

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Conheça os quatro cães mais famosos dos presidentes do EUA:

Pushinka

O Museu Presidencial dos Pets (sim, é um museu de verdade) lista os Kennedys como donos de mais de 20 pets durante o tempo que ficaram na Casa Branca, isso incluiu cães, pássaros, hamsters, cavalos, um gato chamado Tom Kitten e um coelho chamado Zsa Zsa.

E um destes cães ajudou a prevenir uma guerra nuclear: em abril de 1961, a CIA lançou uma invasão à Cuba com o intuito de acabar com o governo comunista de Fidel Castro. A invasão foi um fracasso e o exército de Fidel derrotaram os invasores em três dias. Esse evento empurrou Cuba para ainda mais longe dos EUA, e mais próximos da União Soviética.

Em junho, JFK e sua esposa, Jacqueline, foram até Viena, para uma reunião com o líder da União Soviética, Nikita Khrushchev. Em um dos jantares, Khrushchev e Jacqueline discutem sobre o envio de cães ao espaço, no ano anterior.

Jacqueline afirmou que um dos filhotes poderiam ser enviados para ela. Duas semanas depois, um cão chega à Casa Branca. Ela veio com um passaporte russo com o nome de “Pushinka”, russo para “fofo”.

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Imagem de John F. Kennedy Presidential Library And Museum: Robert Knudsen, White House Photographs

Após avaliação do FBI, para garantir que não teria um explosivo ou escutas, Pushinka se tornou parte da família. A cadela até teve filhotes com um dos cães da família, um Welsh terrier chamado Charlie. Dois dos filhotes foram doados a duas das milhares de crianças que escreveram cartas à Casa Branca pedindo um. Os outros dois foram doados a amigos da família.

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Imagem de John F. Kennedy Presidential Library And Museum: Cecil Stoughton, White House Photographs

Acredita-se que Pushinka foi responsável pela maneira que Kennedy lidou com a crise, evitando uma guerra nuclear.

Feller

“Se você quer um amigo em Washington, adote um cão”. Essa frase icônica foi atribuída a Harry S Truman, apesar de não ter nenhuma evidência dele ter dito isso e Truman ser mais conhecido por dar cães embora do que ficar com eles.

O cão da filha, Mike, foi enviado para uma fazenda após desenvolver raquitismo. Em 1947, um Cocker spaniel chamado Feller foi enviado aos Trumans como presente de Natal da senhora Marsden de Galena, Illinois, que aparentemente era a enfermeira da mãe de Truman.

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Truman Library: Public Domain

Ele foi rapidamente dado ao físico da Casa Branca, Wallace Graham. Foi uma situação controversa, mas dizem que Truman afirmou que não queria cães na Casa Branca.

Fala

Fala foi um Terrier escocês dado ao Franklin D Roosevelt em 1940. O cão foi bem treinado e até chegava a acompanhar o presidente em algumas viagens internacionais.

Imagem de Franklin D. Roosevelt Presidential Library

Mas, em 1944, enquanto estava fazendo a campanha à reeleição, os Republicanos acusaram Roosevelt de esquecer Fala em uma ilha e mandar um navio da marinha americana ir buscá-lo, gastando muito dinheiro público com isso.

Em um discurso ao International Teamsters Union, que foi passado em rádio, Roosevelt ridicularizou as acusações.

“Eu não me importo com os ataques, minha família não se importa com os ataques, mas Fala se importa… Ele não tem sido o mesmo cão desde então”.

Hoje em dia, uma estátua de Fala fica no Memorial Franklin Delano Roosevelt em Washington DC.

Checkers

Os Nixons receberam na Casa Branca um Poodle francês chamada Vicky, um Yorkshire Terrier chamado Pasha e um Setter irlandês chamado King Timahoe. Mas, o cão mais famoso de Nixon nunca morou na Casa Branca.

Em 1952, Nixon estava concorrendo a vice-presidência no partido Republicano com Dwight D Eisenhower, e ele estava passando por um escândalo: ele foi acusado de aceitar presentes de doadores ricos do partido Republicano.

Houve muita pressão para que Nixon abandonasse a campanha, com Eisenhower se recusando a defender seu parceiro.

Nixon então decidiu fazer um discurso aos americanos. Esperavam que ele fosse desistir publicamente da campanha durante este discurso, mas o que ele fez foi negar as acusações.

Ele negou que estivesse fazendo algo de errado, mas admitiu que foi presenteado com um Cocker spaniel, que seus filhos nomearam de “Checkers”

“As crianças, como todas as crianças, amam o cachorro e isso é tudo que quero dizer agora, que apesar de tudo que vocês digam, ficaremos com ele”, disse Nixon no discurso.

Acredita-se que ele usou do cão para causar uma comoção, que salvou a carreira política de Nixon e aumentou sua popularidade.

Eisenhower decide não trocar Nixon na campanha e o par é eleito em Novembro. 16 anos depois, Nixon foi eleito presidente. Sem o Checkers, talvez não teria um Presidente Nixon.

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