Conheça a mulher que viaja de graça pelo mundo para cuidar de gatos - Pet é pop

Conheça a mulher que viaja de graça pelo mundo para cuidar de gatos



Conheça a mulher que viaja de graça pelo mundo para cuidar de gatos
Imagem de Madolline Gourley

A australiana Madolline Gourley, de 30 anos, viaja de graça pelo mundo para cuidar de gatos. Ela compartilha as experiência em seu blog, chamado One Cat at A Time.

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Antes da Covid-19, ela já tinha viajado pela Austrália e 14 estados dos Estados Unidos, encontrando trabalhos em sites de procura de babás para pets.

Ela contou ao New York Post que é os gatos fazem parte da vida dela desde sempre. A mãe dela sempre teve gatos e, quando ficou mais velha, adotou sua própria gatinha, chamada Gracie.

Madolline trabalha com comunicação no governo australiano e todos os trabalhos que tem são por contrato, permitindo a ela maior flexibilidade para viajar. Ela ouviu sobre o serviço de babás de uma mulher que estava fazendo isso em Brisbane, cidade natal de Madolline.

De acordo com ela, a mulher não tem casa, não paga aluguel e ficou o tempo todo na cidade trabalhando como babá de gatos. Ela pensou que queria fazer o mesmo, mas não em Brisbane: ela queria viajar por aí trabalhando como cuidadora de gatos.

Conheça a mulher que viaja de graça pelo mundo para cuidar de gatos
Imagem de Madolline Gourley

Ao pesquisar sobre, encontrou o site Trusted Housesitters e se inscreveu por 90 dólares australianos. Além de cuidar dos gatos, também faz um pouco do trabalho doméstico, como molhar as plantas e trazer a correspondência para dentro.

Ela escolhe somente localidades e casas em que se interessa. O primeiro trabalho fora da Austrália foi há dois anos, quando ela encontrou uma casa em São Francisco, nos Estados Unidos. Depois do primeiro trabalho lá, se apaixonou pela cidade e decidiu ficar mais um pouco.

Madolline conta que os donos das casas costumam ser super atenciosos e gentis. Alguns até foram buscá-la no aeroporto, outros deram vale-compras de $100 dólares e cafés da manhã. Mas, que já teve casos de donos difíceis, como processos para limpeza da casa, até pensar que estava sendo espionada.

Ela finaliza salientando que mal vê a hora de poder voltar a viajar, quando a pandemia acabar.

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