Cães praticam canibalismo em casa de dono que alega passar por crise pessoal - Pet é pop

Cães praticam canibalismo em casa de dono que alega passar por crise pessoal

Cães praticam canibalismo em casa de dono que alega passar por crise pessoal
Cães praticam canibalismo em casa de dono que alega passar por crise pessoal
Cães praticam canibalismo em casa de dono que alega passar por crise pessoal (Foto: Mikhail Vasilyev/Unsplash)

Um homem deixou seus cães tão famintos que um deles morreu e seu corpo foi comido enquanto jazia morto no jardim de casa.

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Kenneth Martin, de 54 anos, negligenciou seus dois cães da raça Dogue de Bordeaux e um Akita japonês por várias semanas. A Ayr Sheriff Court ouviu ontem que um investigador da Sociedade Escocesa para a Prevenção da Crueldade com os Animais (SSPCA) encontrou a propriedade coberta por sujeira de cachorro.

Os animais estavam tão magros e desidratados que teriam morrido se a instituição de caridade não tivesse chegado na hora. Os detalhes da descoberta do horror surgiram quando Martin, que já havia se declarado culpado de três acusações de bem-estar animal, voltou ao banco dos réus para ser julgado.

A promotora Rosalind Walsh disse ao tribunal que a SSPCA foi chamada devido a um relatório de “um cachorro morto no jardim”. “Havia uma cadela Dogue de Bordeaux que parecia ter sido parcialmente comida. Havia um cão emaciado da mesma raça”, contou ela.

“Uma vez dentro da propriedade, os investigadores encontraram um terceiro cão, uma fêmea Akita, que também estava emaciada”, disse a promotora.

Os animais foram examinados por um veterinário que descobriu que eles “não tinham reservas de gordura corporal”, estavam “gravemente desidratados” e tinham “perda muscular”.

O Dogue de Bordeaux vivo tinha “feridas infectadas no corpo, possivelmente produzindo um cheiro podre”, enquanto o Akita apresentava sinais de “comportamento repetitivo”, uma indicação de que estava sofrendo de “inalação de amônia ou estresse de confinamento”.

“Eles suportaram sofrimento desnecessário e corriam o risco de morrer se não fosse pela intervenção da SSPCA”, lamentou a promotora.

Martin, de Cumnock, East Ayrshire, na Escócia, não estava na propriedade, mas os investigadores localizaram sua irmã, que lhes disse que ele havia abandonado o endereço. O advogado de Martin, Tony Curry, disse que ele criou os animais, que desde então foram realocados.

Mas disse que seu cliente passou por “uma crise pessoal” que levou a “um rápido declínio”. “Ele não estava cuidando de si mesmo e não estava em condições de cuidar de animais”, declarou o advogado.

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